Campo Grande-MS, 8 de setembro de 2010
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| Edil e Nelsinho conseguem na Assembléia apoio para o desenvolvimento de Campo Grande |
3 nov de 2008 |
O presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, vereador Edil Albuquerque (PMDB), e o prefeito Nelson Trad Filho (PMDB) estiveram semana passada na Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul onde foram recebidos pelo presidente da Casa, deputado estadual Jerson Domingos (PMDB). Edil e Nelsinho conversaram com vários deputados sobre dois assuntos de vital importância para Campo Grande: a chamada Lei Robin Hood, que propõe um novo sistema de rateio do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias (ICMS) e prejudica financeiramente a capital, e a necessidade de reformar e ampliar o Centro de Especialidades Médicas de Campo Grande (CEM).
Ambos os assuntos foram bem recebidos pelos deputados e os dois dirigentes máximos da política campo-grandense saíram satisfeitos do encontro. “Conseguimos cerca de R$ 2,4 milhões para o CEM”, afirmou Edil. A estratégia foi pedir a cada um dos 24 deputados uma cota de R$ 100 mil referentes as emendas já garantidas pelo governador André Puccinelli, de cerca de R$ 500 mil para cada parlamentar.
“Só não conseguimos conversar com a Dione Hashioka (PSDB) e o Ari Rigo (PDT), que não estavam na Assembléia”, disse o prefeito. O deputado Pedro Kemp (PT) disse, por sua vez, que vai analisar a proposta antes de se comprometer. Segundo dados da Prefeitura, de cada 10 atendimentos realizados hoje no CEM, três são provenientes de pacientes oriundos do interior do estado. Com os recursos obtidos Nelsinho e Edil pretendem ampliar o atendimento em setores como neurologia, oftalmologia e cardiologia.
ICMS – O outro assunto que levou o prefeito e o presidente da Câmara à Assembléia nesta terça foi o projeto de lei do deputado Junior Mochi (PMDB), que modifica critérios do rateio do ICMS e pode tirar cerca de R$ 500 mil por mês de Campo Grande. Edil e Nelsinho conversaram com todos os deputados presentes pedindo que votem contra o projeto. “Quatorze parlamentares já se comprometeram conosco a votar contra. Eles entendem que Campo Grande não pode ficar sem estes recursos pois tanto na saúde como na educação atendemos muita gente proveniente de municípios do interior. Tirar dinheiro de Campo Grande é prejudicar toda a população do estado”, atestou Edil.
Fonte: Victor Barone - Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal
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